sexta-feira, 17 de junho de 2011

pegadas;


Na palidez do anoitecer
passo a caçar o ninho
e o triz da saudade
aumenta a lente do
ausente
fico disfarçando
ao sentir o teu cheiro
tão presente
então, desenho
nas singulares frases
as tuas formas
elas queimam
e eu sinto que
repetidas são essas letras
que entre os lençóis
e esconderijos
aparecem...
marcam, ardem e queimam... 

(Ana Morais)

6 comentários:

Jão disse...

Bom é quando deixa marca, quando se faz sentir, se faz presente.


Beijos!

Celso Mendes disse...

dessas ardências sempre queremos mais... e a cada dia tem seu sol, mais ou menos quente.

belo, Ana!

beijo.

Yasmin D. disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Yasmin D. disse...

E assim a poesia vive, do quente,dos excessos que ardem e dá brilho aos olhos te quem te ler!!
Lindo poema... maravilhoso como vc, poetisa!! talentosa a precisa ser reconhecida, prepare um livro, urgente!!
bjão da tua fã

Anônimo disse...

perfeito, quando se trata de amor!!!
bjs NANDA

yaraeosol - yaralm disse...

Muito interessante essa postagem!
Um abraçi,
Yara